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terça-feira, 20 de agosto de 2013

A guardiã do Lajedo de Soledade

 
 Dodôra Maia
Escritora, Advogada e poetisa
Símbolo da luta pela preservação do Lajedo da Soledade
Entre muitas pessoas especiais que tiveram a honra de vir ao mundo no sagrado chão apodiense, encontra-se dileta amiga conhecida internacionalmente graças à luta sem tréguas em prol da preservação das importantes pinturas rupestres encontradas no Lajedo da Soledade.
A saga heróica de Dodôra Maia coloca-a no mesmo patamar em que se encontra a célebre arqueóloga francesa Niéde Guidon, responsável pela preservação de importante sítio arqueológico na serra das capivaras, localizado no sul do Estado do Piauí.
O Lajedo da Soledade é o mais importante lócus das lembranças pretéritas em forma de pinturas deixadas pelos antigos moradores do interior norte-riograndese, razão pela qual Dodôra olvida há tempos imemoriais todos os esforços para que este importante patrimônio potiguar não seja transformado em matéria-prima para a construção civil e outros usos na espacialização geográfica.
A presença marcante da Petrobras na região garantiu infraestrutura necessária à ênfase para a preservação do sítio arqueológico do Lajedo da Soledade, intercalado com o fomento ao setor turístico, atividade que vem se tornando importante na região.As pinturas rupestres encontradas na formação calcária da comunidade Soledade, município de Apodi (RN), encantam por mostrarem coisas do cotidiano dos índios que durante muito tempo foram donos absolutos da terra colonizada pelos lusitanos.

O Lajedo da Soledade é um capricho da natureza que, com a mais absoluta certeza, encantou os índios, pois a água sulcou o calcário de forma que foram formadas belíssimas estruturas em razão da ação hídrica sobre a rocha de origem biológica.
Impossível responder com precisão absoluta o que o Lajedo da Soledade representava para os antigos donos da terra, pois não se sabe com certeza se era um lugar destinado aos cultos religiosos ou mais um abrigo contras as intempéries, tendo em vista que o baixo grau tecnológico dos nossos indígenas não permitiu construções mais sofisticadas. Aproveitavam o que a natureza oferecia, sobretudo no que tange às cavernas, as quais eram transformadas em habitats, em abrigo contra os perigos daqueles tempos. 
Consciente de que as gerações presentes e futuras necessitam desfrutar das belezas deixadas pelos antigos moradores de antes da chegada dos portugueses, Dodôra vem empenhando todos os esforços no sentido de que haja freio na ausência de compromisso de alguns seres humanos para com a nossa história e nossas riquezas, pois a lógica do capital suscita a destruição de coisas belas em função do implemento a um progresso duvidoso que vem penalizando formidavelmente a natureza e as obras pretéritas legadas por antigas gerações.
Dodôra Maia, indubitavelmente, é um símbolo da luta pela preservação do Lajedo da Soledade, pois se não fossem os esforços e a sua garra talvez não teríamos o conjunto de pinturas rupestres que marcam de forma indelével a conhecida comunidade apodiense.
(*) José Romero. Geógrafo. Professor-adjunto da UERN.
 Contato: romerocardoso@uol.com.br

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Padre Teodoro, Homem que admiro pelo grande trabalho prestado em Apodi que Deus abençoe
Com respeito e emoção
Eu agora vou falar
A respeito desse homem
Que chegou neste lugar
A mandado de Jesus
Com seu saber de luz
Pra corações conquistar.

Teodoro é de Helmond
Uma cidade holandesa
Um homem capacitado
Que é filho com certeza
De Johannes e Henrica
O casal que multiplica
Sua bondade e nobreza.

Aos treze anos de idade
Teodoro recebeu
Um convite irrecusável
Para ser servo de Deus
Lá já tinha seu irmão
Ele vendo a vocação
Foi seguir os passos seus.

Teodoro trouxe em si
Muito amor no coração
Por isso nunca pensou
Em desistir da vocação
Por ela traz a luz
Ele fala por Jesus
E ensina a cada irmão.

Um dia muito importante
Foi o da ordenação
Teodoro neste dia
Sentiu Deus no coração
E estava decidido
Ouviu de Deus o pedido
Pra seguir a vocação.

Sei que em várias paróquias
Este padre trabalhou
E tenho toda certeza
Que aonde ele passou
Sua profissão fez jus
E a aceitar Jesus
A todos ele ensinou.

Teodoro diz que ser padre
Para ele é virtude
E sente muito prazer
Ajudando a juventude
E mostrando o seu valor
Depois ver prova de amor
Em forma de atitude.

Muitos seguiam a igreja
Mas hoje isso se reduz
Felizmente tem aqueles
Em um caminho de luz
Pequenos na liberdade
Primeira comunidade
Idolatrando a Jesus.

Teodoro comprou terras
Pra cultivar e produzir
3 fábricas e 8 capelas
Ele veio a construir
Muito mais ele faria
Fábrica, “leite”, padaria
Pra cidade de Apodi.

No ano de 83
Ele estava em Fortaleza
E lá estava enfrentando
Um momento de tristeza
Aceitou se transferir
Pra conquistar Apodi
Com seu amor e nobreza.

Teodoro a você
Quero parabenizar
Jóia que os apodienses
Teve a sorte de abraçar
Você nos leva à luz
O porta-voz de Jesus
Que vem nos abençoar.

A você muito obrigado
Pela pessoa que é
Com Deus no seu coração
Ajuda aquele que quer
E agora com muita calma
Peço uma salva de palmas
Pra o mensageiro da fé.
____________________________________
Autor: Marcelo Henrique, aluno da rede pública de ensino de Apodi- RN
Padre Teodoro, Homem que admiro pelo grande trabalho prestado em Apodi que Deus abençoe
Com respeito e emoção
Eu agora vou falar
A respeito desse homem
Que chegou neste lugar
A mandado de Jesus
Com seu saber de luz
Pra corações conquistar.

Teodoro é de Helmond
Uma cidade holandesa
Um homem capacitado
Que é filho com certeza
De Johannes e Henrica
O casal que multiplica
Sua bondade e nobreza.

Aos treze anos de idade
Teodoro recebeu
Um convite irrecusável
Para ser servo de Deus
Lá já tinha seu irmão
Ele vendo a vocação
Foi seguir os passos seus.

Teodoro trouxe em si
Muito amor no coração
Por isso nunca pensou
Em desistir da vocação
Por ela traz a luz
Ele fala por Jesus
E ensina a cada irmão.

Um dia muito importante
Foi o da ordenação
Teodoro neste dia
Sentiu Deus no coração
E estava decidido
Ouviu de Deus o pedido
Pra seguir a vocação.

Sei que em várias paróquias
Este padre trabalhou
E tenho toda certeza
Que aonde ele passou
Sua profissão fez jus
E a aceitar Jesus
A todos ele ensinou.

Teodoro diz que ser padre
Para ele é virtude
E sente muito prazer
Ajudando a juventude
E mostrando o seu valor
Depois ver prova de amor
Em forma de atitude.

Muitos seguiam a igreja
Mas hoje isso se reduz
Felizmente tem aqueles
Em um caminho de luz
Pequenos na liberdade
Primeira comunidade
Idolatrando a Jesus.

Teodoro comprou terras
Pra cultivar e produzir
3 fábricas e 8 capelas
Ele veio a construir
Muito mais ele faria
Fábrica, “leite”, padaria
Pra cidade de Apodi.

No ano de 83
Ele estava em Fortaleza
E lá estava enfrentando
Um momento de tristeza
Aceitou se transferir
Pra conquistar Apodi
Com seu amor e nobreza.

Teodoro a você
Quero parabenizar
Jóia que os apodienses
Teve a sorte de abraçar
Você nos leva à luz
O porta-voz de Jesus
Que vem nos abençoar.

A você muito obrigado
Pela pessoa que é
Com Deus no seu coração
Ajuda aquele que quer
E agora com muita calma
Peço uma salva de palmas
Pra o mensageiro da fé.
____________________________________
Autor: Marcelo Henrique, aluno da rede pública de ensino de Apodi- RN

sábado, 27 de julho de 2013

Acróstico in memória a Vicente Maia

Memórias póstumas 

V elho guerreiro,serás sempre
I mortal...
C omo esquecer?
E starás sempre
N o meu coração,
T enho buscado resgatar sua imagem,
E screvendo suas histórias...

M ais sempre haverá 
A quela piada
I nédita,contada por pessoas
A dmiradoras ou testemunhas que conviveram contigo nestas 97 primaveras!saudades eternas......

quinta-feira, 25 de julho de 2013

25/08 dia do escritor,ensaios para ficar na história

Hoje 25/08 dia do escritor,vou aproveitar e escrever mais umas historinhas do S. Vicente...
A feira do Sábado sempre movimentada pelos moradores da zona rural,e na época s.vicente exercia a profissão de magarefe;chega um freguês e pergunta
-quanto é esta alcatra?
resposta -40 mil réis....
-faz 35,pechinchou o freguês
Vicente fez o menos e o amigo animado,levou a carne,e ao chegar em casa a mulher percebeu que ao invés de alcatra,este tinha trazido uma banda de cabeça com direito ao beiço e tudo mais...O freguês cheio de razão, resolveu se queixar do produto comprado,levando como testemunha,sua mulher....
Seu Vicente,que não vendia gato por lebre,justificou a venda:
_Quem botou o nome de alcatra foi você.....e este saiu encabulado,pois agora a bronca foi da sua própria esposa..

Vicente tinha um compadre e xará,morador da zona rural :com a fartura do inverno,decidiu presentear S. vicente com o maior jerimum da safra;
-tai S. Vicente pra você comer com carne...
S. Vicente decidiu retribuir,com uma costela gorda...o Compadre,muito alegra,mas tímido,respondeu;
-Precisa não compadre....
Sem insistência,S.Vicente voltou a carne ao prego e como tinha dado,nem vendeu ,nem comeu....Apodreceu no prego .

Um amigo o cumprimenta,sem perceber,com a mão esquerda.
-Como vai seu Vicente?
Respondeu:
-hoje,não será um bom dia,pois a primeira pessoa a falar comigo,além de mulato,ainda vem pelo "avesso"..(Não que fosse racista,mas não perdoara seu gesto)

Esta última ocorreu com um político renomado;
Sua esposa gastava desnecessariamente ,e na época era freguesa de S.Vicente,mas era na base do "fiado" ...como não prestava contas,;S. vicente decidiu procurar o dito cujo ,para o trato do acerto....
O político,envergonhado com a fama da esposa,responde:
-Homem...aquela mulher vai é me quebrar.
Então o magarefe enfezado com a resposta e com medo do prejuízo ,rebate...
-Vai quebrar é os comerciantes do Apodi,pois ela compra e você não paga......E assim,este recebeu uma das inúmeras contas perdidas pelos fregueses que quando não tinha dinheiro,comprava no maia ,quando recebia os tostões iam comprar noutras freguesias...

Dominguinhos,cultura e história

Chora sanfoninha

Publicação: 25 de Julho de 2013 às 00:00

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Aldair DantasDominguinhos deixa um legado grandioso que vai além de sua música e ecoa pelo Brasil na forma de memórias, encontros e parceriasDominguinhos deixa um legado grandioso que vai além de sua música e ecoa pelo Brasil na forma de memórias, encontros e parcerias
Alexis Peixoto
- Repórter

Apesar da fama e do respeito de que gozava no cenário da música nacional e internacional, Dominguinhos era conhecido principalmente pela sua generosidade e gentileza. Diz a lenda que o músico tinha por regra nunca recusar um pedido de show ou para participar de alguma gravação. Há quem diga que foi essa vida intensa entre estúdios, viagens e shows que acabou por levá-lo na última terça-feira (23), aos 72 anos, em São Paulo,  depois de um longo período de internação no Hospital Sírio-Libanês, em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas desenvolvidas durante o tratamento contra um câncer de pulmão. Sem a presença física do artista, ficam as lembranças das realizações de Dominguinhos fez pelo Brasil afora. No Rio Grande do Norte, além de amigos e parceiros, o cantor e sanfonista deixou duas gravações inéditas. Uma delas, uma versão  musicada de um poema de Câmara Cascudo.

No dia 2 dezembro de 2012, uma dia após se apresentar no Forró da Lua, Dominguinhos registrou a sanfona na faixa “Agreste”, composição de Dácio Galvão e Gereba, no estúdio montado na fazenda Bonfim, em São José do Mipibu. O plano era que o sanfoneiro também colocasse a voz na música, o que só não foi feito na ocasião porque, como era de manhã cedo, Dominguinhos não havia realizado os exercícios de aquecimento vocal na hora da gravação. Na mesma sessão, Dominguinhos também gravou   o instrumental de uma versão musicada para o poema “Não Gosto de Sertão Verde”, de Câmara Cascudo, com arranjo de Jubileu Filho.

DivulgaçãoEm 1989, num dos shows em Natal. Dominguinhos chegou a gravar o Hino da ABC do compositor DosinhoEm 1989, num dos shows em Natal. Dominguinhos chegou a gravar o Hino da ABC do compositor Dosinho
Segundo Dácio Galvão, toda a  sessão foi filmada e existe a intenção de   editar as imagens e lançar um documentário, complementado com o acervo fotográfico de Candinha Bezerra do projeto Nação Potiguar, do qual Dominguinhos participou em diversas ocasiões. Enquanto isso, a faixa “Agreste”, permanece inédita e deve ganhar uma versão com outro vocalista.

“Estamos discutindo quem colocaria a voz, quem poderia substitui-lo. Vai ser difícil, já que o arranjo foi todo preparado para o timbre da voz dele” , disse Dácio.

Para o poeta e presidente da Fundação Cultural Capitania das Artes, Dominguinhos deixou um legado profundo na música potiguar. “Muito mais do que a participação dele em shows ou discos, o que Dominguinhos deixou para a música potiguar foi o registro do seu canto e da sua sanfona, inigualáveis na música brasileira”, disse Galvão, que escreveu o poema “Toada da Barra do Rio Grande” para Dominguinhos musicar.

Aldair DantasCom a sanfona que doou para o Museu do Vaqueiro, sua última passagem pelo Rio Grande do NorteCom a sanfona que doou para o Museu do Vaqueiro, sua última passagem pelo Rio Grande do Norte
Um dos potiguares que mais conviveram com Dominguinhos foi o produtor cultural Marcos Lopes, idealizador do Museu do Vaqueiro e do Forró da Lua. Lopes contou ao VIVER que o germe do projeto surgiu a partir de uma conversa com o músico, no final dos anos 1990.

“Em 1999, fiz um evento em homenagem a Luiz Gonzaga e resolvi entrar em contato com Dominguinhos, que eu havia conhecido alguns anos antes”, conta Lopes. “Ele veio tocar e nós começamos a conversar sobre a ideia de fazer um evento de resgate do forró autêntico, que mais tarde virou o Forró da Lua”.

Entre 2003 e 2012, Dominguinhos manteve o compromisso de se apresentar pelo menos uma vez por ano no Forró da Lua. Um dos últimos shows do artista foi justamente dentro do projeto, em dezembro do ano passado. Na ocasião, Dominguinhos aproveitou para doar uma sanfona ao acervo do Museu do Vaqueiro, uma réplica do instrumento utilizado pelo próprio Gonzagão.

Aldair DantasCom a sanfona que doou para o Museu do Vaqueiro, sua última passagem pelo Rio Grande do NorteCom a sanfona que doou para o Museu do Vaqueiro, sua última passagem pelo Rio Grande do Norte
Marcos Lopes lembra de Dominguinhos como uma pessoa de personalidade generosa e humilde. “Ele era um cara muito simples. Diferente da maioria dos artistas, não exigia nada no camarim, ônibus especial, nada disso”. O Forró da Lua está em recesso, mas Marcos Lopes avisa que a edição da volta, marcada para setembro, será especial em homenagem a Dominguinhos. “Ele era um dos maiores instrumentistas do Brasil e um artista de primeira grandeza. Acredito que é mais do que justo homenageá-lo”, disse Lopes.

A pesquisadora Leide Câmara considera Dominguinhos  um dos artistas de fora do estado que mais participaram da produção musical do Rio Grande do Norte. “Por ter sido uma espécie de herdeiro de Luiz Gonzaga, Dominguinhos sempre esteve muito próximo da nova geração do forró potiguar, gravando, incentivando e convivendo com nossos artistas”.

Leide Câmara conta que, da última vez em que esteve com Dominguinhos, no final do ano passado, apresentou ao sanfoneiro a música “Flor do Jerimum”, do compositor natalense Paulo Tito. “O próprio Paulo cantou para ele, que se emocionou muito e ficou com a partitura da música, na intenção de gravá-la. Infelizmente, não deu tempo”, lamenta a pesquisadora.

Entre as principais composições de autores potiguares gravadas por Dominguinhos, Leide destaca “Gonzaga Coração”, de Itanildo Medeiros, registrada no LP “Aqui Tá Ficando Bom”, de 1990; “A Missa do Vaqueiro”, parceria do  seridoense Janduhy Finizola com Luiz Gonzaga; e “A Fé do Lavrador”, parceria de Dominguinhos com Janduhy Finizola, também conhecida na versão do Quinteto Violado.

Corpo será sepultado em Pernambuco

O corpo de Dominguinhos está previsto para chegar à Recife nesta quinta-feira, para o velório na Assembleia legislativa de Pernambuco. Embora o filho, Mauro Moraes, tenha declarado que o pai  tinha o desejo de ser enterrado em sua cidade natal, Garanhuns, o local e o horário do enterro ainda estão indefinidos.

DivulgaçãoCom o também amigo cantor e compositor Paulo TitoCom o também amigo cantor e compositor Paulo Tito
Dominguinhos e a música potiguar


Parcerias:

“A fé do lavrador” - com Janduhy Finizola, gravada pelo Quinteto Violado no LP “Enquanto a Chaleira Não Chiar”;

“Toada da Barra do Rio Grande”, com Dácio Galvão

Compositores do RN gravados por Dominguinhos:

Itanildo Medeiros - “Gonzaga Coração” (em parceria com Juarez Gonzaga e Zé Sanfoneiro)

Dosinho - “O mais querido” (Hino do ABC Futebol Clube)

Hermelida - “Forró Traçado” (em parceria com Bastinho Calixto)

Participações em Cds de artistas potiguares:

Galvão Filho - “Forró de verdade e pra valer”, 2012. Participação especial.

Elino Julião - “Registros Iconográficos do Sertão”, 2010. Participação especial.

Marina Elali - “Longe ou Perto”, 2009. Participação especial.

Coletânea “K-Ximbinho – Sanfonado”, 2009. Sanfona e voz na faixa “K-xim-bodega”.

Câmara Cascudo - “Brouhaha”, 2009. Participação nas faixas “Poema 1” e “Poema 3”.

Dácio Galvão – “Poemúsicas”, 2009. Participação com voz e acordeon.

CD da Banda Sinfônica do Rio Grande do Norte, 2007. Acordeon e voz na faixa “Toada da Barra do Rio Grande”.

Marina Elali – “De Corpo e Alma Outra Vez”, 2007. Participação especial.

Marina Elali - “Marina Elali”, 2005. Sanfona na faixa “Sabiá”.

Coletânea “Toque & Cantares de Tibau do Sul”, 2004. Voz e sanfona.

Carlos Zens – “Fuxico de Feira”, 2004. Participação com sanfona e voz.

Elino Julião – “O canto do Seridó”, 1998. Participação especial.

Germano Júnior - “É bom, é demais”, 1997. Participação especial.

Fonte: Leide Câmara/ Instituto Acervo da Música Potiguar

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Memórial Alexis Maia

Conversando com o Maestro Janilson,me acanhei por não ter respostas para sua interrogação sobre meu tio Aléxis Maia,morto muito jovem aos 29 anos ,de uma forma inesperada e inexplicável..."comeu melão c/leite",sentiu uma dor e ai morreu.Nunca ninguém nos contou mais sobre a vida deste jovem,precoce para sua época,segundo mamãe teria sido escoteiro,gostava de música e suponho ter sido este o motivo de ter existido por muito tempo uma banda de música om o seu nome.....talvez nunca saberemos pois não existe nenhum registro escrito,apenas relatos de familiares e poucos conhecidos:quantos heróis mortos e esquecidos ,por não termos a cultura de valorizá-los,não basta por nomes de ruas e praças,deveríamos buscar a sua história.....Vamos conversar mais com nossos idosos ,pois eles talvez sejam nossas únicas fontes históricas fiéis e verdadeiras que testemunharam os fatos que nos orgulharam no passado,presente e futuro.Fotos são fatos,mas se não soubermos contar,não haverá nenhuma importância para os nossos sucessores........
  • Marly Maia Em conversas sobre a época descobri que Aléxis foi muito revolucionário era escoteiro,possuidor da primeira motoneta na cidade,um sax e que,além de tocar era um exímio dançador .Gostava de ler seleções(fato constatado,Alba mantinha uma caixa cheia,até acabar a moda do baú),tinha poucos amigos era recatado,mas muito querido,segundo Neném Dulce no dia de sua morte"até passarinho dormiu mais cedo",ou seja foi uma comoção geral na cidade.
     
    Foto-Pretinho (marido de Ritinha leite)avô de Hidalgo,Aléxis e Vicente Maia (meu Tio e meu avô)