O blog PARA FICAR NA HISTÓRIA, é um resgate da vida de um personagem inesquecível do Apodi /RN.VICENTE MAIA" quem cantava chorou ao ver seu amigo partir ,mas que voou ,ficou com a lembrança que o outro contou"
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Quanta Saudade - William Guerra
Ainda está aqui, na minha memória
enrugada,
As imagens daquela rua pequena e sem guarda-noturno,
Não carecia da vigilância alheia,
O costume era amizade, sossego e bondade.
Rua descalça onde enterrei minha infância inteira!
Quantas vezes, à sombra pelas calçadas,
Brincava encantado com os redemoinhos velozes,
Rodopiando feitos dançarinos na ponta do pé,
Carregando a sujidade da rua,
Alertando do pecado pela gula à sesta,
Sumindo no eito do mundo,
Deixando o vácuo como um buraco no tempo.
Rua cansada de tantos anos vividos,
Testemunha de traições e aparências enganosas,
De alegrias e festas, de amantes aos beijos,
Quando era noite de lua cheia,
Os clarões entortados pela ventania,
As sombras de fantasmas pelos lençóis de areia.
Rua sem mistério, que guardava as mágoas,
Que dava alento às ilusões...
Se soubesses falar, enquanto vivias,
Ó rua dos meus sonhos, o que dirias,
Para os que a habitavam sem vexame,
Acostumados com tuas manias?
As casas agarradas umas nas outras,
Assim querendo dizer que eram irmãs...
E eram todas as moradias de cumeeiras altas,
Com suas telhas feitas pestanas,
E a frente das casas era que nem olhos,
Olhando o mundo, olhando a vida de cada um.
Rua que parecia num sorriso eterno,
Nascida antigamente, envelhecida,
Mas nunca sem deixar o carinho,
A ternura, a sua proteção e o seu amor...
Hoje, olhando para ti, a mudança monstruosa,
Com asfalto, portões de ferro não se vêem mais seus tetos,
Nem pestanas e aqueles olhos hoje tão escuros,
Parecem cegos, acabou com a tua vida essa mudança,
Ó rua onde enterrei inteira a minha infância!
De: William Lopes Guerra
As imagens daquela rua pequena e sem guarda-noturno,
Não carecia da vigilância alheia,
O costume era amizade, sossego e bondade.
Rua descalça onde enterrei minha infância inteira!
Quantas vezes, à sombra pelas calçadas,
Brincava encantado com os redemoinhos velozes,
Rodopiando feitos dançarinos na ponta do pé,
Carregando a sujidade da rua,
Alertando do pecado pela gula à sesta,
Sumindo no eito do mundo,
Deixando o vácuo como um buraco no tempo.
Rua cansada de tantos anos vividos,
Testemunha de traições e aparências enganosas,
De alegrias e festas, de amantes aos beijos,
Quando era noite de lua cheia,
Os clarões entortados pela ventania,
As sombras de fantasmas pelos lençóis de areia.
Rua sem mistério, que guardava as mágoas,
Que dava alento às ilusões...
Se soubesses falar, enquanto vivias,
Ó rua dos meus sonhos, o que dirias,
Para os que a habitavam sem vexame,
Acostumados com tuas manias?
As casas agarradas umas nas outras,
Assim querendo dizer que eram irmãs...
E eram todas as moradias de cumeeiras altas,
Com suas telhas feitas pestanas,
E a frente das casas era que nem olhos,
Olhando o mundo, olhando a vida de cada um.
Rua que parecia num sorriso eterno,
Nascida antigamente, envelhecida,
Mas nunca sem deixar o carinho,
A ternura, a sua proteção e o seu amor...
Hoje, olhando para ti, a mudança monstruosa,
Com asfalto, portões de ferro não se vêem mais seus tetos,
Nem pestanas e aqueles olhos hoje tão escuros,
Parecem cegos, acabou com a tua vida essa mudança,
Ó rua onde enterrei inteira a minha infância!
De: William Lopes Guerra
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Apodi no passado ANTIGO CRUZEIRO
O antigo cruzeiro da igreja matriz
Foto da igreja matriz de Apodi (1918)
É profundamente pungente a
constatação de que as autoridades constituídas do município de
Apodi sempre foram omissas quanto à necessidade da defesa e
da preservação dos monumentos e imóveis que fizeram a história
destas belas plagas da região oeste potiguar. Só no famoso e
antigo "QUADRO DA RUA" foram demolidos 04 imóveis históricos
pela fúria da especulação imobiliária, destacando-se a primitiva
residência do português SIMÃO DO RÊGO LEITE, que casou em
Apodi com Lourença Ferreira da Mota, filha do português Antonio
da Mota Ribeiro. Simão e Antonio são troncos iniciais das
honradas famílias LEITE e MOTA, disseminados na Várzea do
Apodi. O casarão senhorial de Simão (Falecido a 09.10.1823) era
aquele onde durante muitos anos funcionou o famoso "BAR
SATÉLITE", ponto de encontro da elite Apodiense nas décadas de
60 e 70 (1960/1970), e que ultimamente vinha sendo ocupado pelo
comerciante Erivan Marinho, na rua São João Batista. O antigo
Cruzeiro-Mór da veneranda Igreja-Matriz de São João Batista e
N. Sra da Conceição era um dos mais belos monumentos
arquitetônicos da cidade do Apodi.
Segundo reza a tradição oral,
este monumental Cruzeiro foi edificado por volta do ano de 1856,como
pagamento de uma promessa feita pelo povo da pequena Vila,em preito de
fé e agradecimento à DEUS e aos padroeiros da paróquia,pelo fato da
população não ter sido dizimada pela virulenta doença denominada de
"Cólera Morbus". Os recursos para sua construção foram angariados pelo
Padre FAUSTINO GOMES DE OLIVEIRA, que juntou recursos econômicos
próprios para que a obra fosse concretizada,porém não alcançou a
conclusão da construção do Cruzeiro,vindo à falecer no dia 05 de
Fevereiro de 1856. Foi sucedido pelo seu parente o Padre FLORÊNCIO GOMES
DE OLIVEIRA,que dirigiu a paróquia de Apodi no período Março de 1856 a
Dezembro de 1857, tendo dado continuidade à construção e conclusão do
monumental Cruzeiro. O Padre FAUSTINO foi o vigário que mais tempo
dirigiu os destinos da paróquia de Apody, durante o período de 1813 à
05.02.1856.
Os habitantes da pacata vila
eram sepultados ao redor desse Cruzeiro. Os que compunham as famílias
tradicionais e abastadas da cidade eram sepultados dentro da
Igreja-Matriz. O Padre Faustino está sepultado dentro da Igreja. Este
monumento símbolo de fé cristã foi demolido de forma insana e descabida
no ano de 1964, tendo sido recolhidos grande quantidade de restos
mortais (ossos)de primitivos habitantes, e guardados em cerca de 12
latas(vazias) de querosene. Segundo Cabôclo de Manú (genitor da Prefeita
Gorete) que dirigiu os trabalhos de demolição do Cruzeiro, as latas
contendo os ossos foram encaminhados para a Capela do sítio "Soledade",
de onde deram destino ignorado.Foi um grande ato de desrespeito para com
os primeiros habitantes de Apodi. Caberia ao Sr. Vigário da Paróquia
Amílcar Silveira solicitar ao Sr. Prefeito Izauro Camilo que mandasse
construir um túmulo onde seriam guardados os restos mortais dos antigos
habitantes,como um preito de respeito e gratidão. Triste fato que macula
a bonita história do povo e da cidade de Apodi.
Por Marcos Pinto.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Mana Pinto,um Memorial do nosso município
SAUDADES...APODI PERDE PARTE DA SUA HISTÒRIA

MARIA FRANCISCA PINTO GOMES E ARAÚJO. Conhecida popularmente por “MANA PINTO”, natural de Apodi, nascida a 21 de agosto de 1948, filha de João Gomes da Costa e Letice Pinto Gomes. Professora aposentada, pessoa muito conhecida na cidade, faleceu ontem, por volta do meio dia, em um hospital de Mossoró e o seu sepultamento está previsto para logo mais às 09 horas.
Seu corpo está sendo velado em sua residência ao lado da Casa Paroquial de Apodi.
Tive o privilégio de conhecê-la graças ao contato com"Seu Raimundo Lúcio(já falecido) , juntos com a turma de 9° Ano da Escola Lourdes Mota 2010,fizemos um resgate da história de Apodi,anos 30 e ela nos mostrou fotos,lembrou fatos ,que muito ajudou a compreender e registrar através de filmagens ....estes momentos irão se perpetuar e nos alerta ,tanto como historiadores,mas também como conterrânea a valorizar nosso povo,nossa história .
O rádio completa 90 anos no Brasil
- Publicado por Robson Pires, na categoria Notas às 16:06Presente em nove de cada dez lares brasileiros, o rádio completa 90 anos em 2012 e mostra que permanece como um meio de forte penetração nacional.
De acordo com dados do Target Group Index, do IBOPE Media, 75% da população afirma ter ouvido rádio nos últimos sete dias, o que coloca o meio na terceira posição em declaração de consumo no País.
Sobrevivente da ascensão da televisão na década de 50, o rádio resiste, agora, à popularização da internet, fazendo da rede uma plataforma para a ampliação da sua audiência.
Por ter um único suporte comunicativo, a audição, o rádio permite seu consumo simultâneo com outras mídias, o que acaba por beneficiá-lo. Segundo dados do Target Group Index, 35% das pessoas do estudo declaram sintonizar alguma estação enquanto utilizam outros meios, como revistas e principalmente a internet.
O seu imensurável valor
histórico reside no fato de ainda conservar seus traços arquitetônicos
originais, de estilo neocolonial.
Foi edificado no ano de 1920 na
ate então Rua da Matriz do lado do poente, atual Rua N. Senhora da Conceição, em
terreno doado pelo Cel. João Jázimo de Oliveira Pinto, primo e sogro do Cel.
Francisco Pinto.
Nesta venerada casa ocorreu o
trágico e covarde assassinato do Cel. Francisco Pinto, as 20h30minhoras do dia
02 de maio de 1934, por tiro certeiro disparado pelo celerado Roldão Frutuoso de
Oliveira, vulgo Roldão Maia, que fora contratado para esta nefanda empreitada
pelos virulentos e truculentos Srs. Luís Ferreira Leite e Tilon Gurgel.
Casa e casarões que fizeram a
historia de Apodi, Marcos Pinto, Coleção (AAPOL).
Fundação Geraldo Ferreira Pinto.
apodi no passado
O seu imensurável valor
histórico reside no fato de ainda conservar seus traços arquitetônicos
originais, de estilo neocolonial.
Foi edificado no ano de 1920 na
ate então Rua da Matriz do lado do poente, atual Rua N. Senhora da Conceição, em
terreno doado pelo Cel. João Jázimo de Oliveira Pinto, primo e sogro do Cel.
Francisco Pinto.
Nesta venerada casa ocorreu o
trágico e covarde assassinato do Cel. Francisco Pinto, as 20h30minhoras do dia
02 de maio de 1934, por tiro certeiro disparado pelo celerado Roldão Frutuoso de
Oliveira, vulgo Roldão Maia, que fora contratado para esta nefanda empreitada
pelos virulentos e truculentos Srs. Luís Ferreira Leite e Tilon Gurgel.
Casa e casarões que fizeram a
historia de Apodi, Marcos Pinto, Coleção (AAPOL).
Fundação Geraldo Ferreira Pinto.
Casarão que era localizado
na Rua N. Sra. da Conceiçao. Foi demolido no ano de 1990 para a construção do
atual Salão Paroquial de Apodi, ao lado da Casa Proquial.
domingo, 22 de julho de 2012
Homenagem á: Luis Galdino,quem te conheceu ,viu um exemplo de homem.honesto,batalhador e acolhedor,não media esforços para ajudar aqueles que precisava de um teto na apital em qualquer época a casa estava sempre om visitantes e as panelas sempre cheias......Desanse em paz poi smerece está ao lado do Pai.domingo, 20 de maio de 2012
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