O blog PARA FICAR NA HISTÓRIA, é um resgate da vida de um personagem inesquecível do Apodi /RN.VICENTE MAIA" quem cantava chorou ao ver seu amigo partir ,mas que voou ,ficou com a lembrança que o outro contou"
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domingo, 24 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
O Papa por LEONARDO BOFF
Nestes momentos de fumaça negra no Vaticano, em que ninguém sabe o que está acontecendo lá dentro da Capela Sistina, mas todo mundo dá palpite e especula cá fora sobre quem vai ser o novo papa, e que rumos a Igreja Católica tomará, é melhor passar a palavra a quem entende do assunto.
Caiu-me do céu esta manhã, quando já não sabia mais o que escrever, um belíssimo texto do escritor e teólogo Leonardo Boff, com o título "E Cristo chorou sobre os palácios do Vaticano", que transcrevo abaixo.
O sábio amigo frei Leonardo, um dos fundadores e líderes da Teologia da Libertação, que foi aluno do cardeal Joseph Ratzinger na Alemanha no final dos anos 1960 e, em 1984, seria por ele punido num processo movido pela Congregação para a Doutrina da Fé, a antiga Inquisição, resume neste artigo o sentimento de perplexidade dos católicos diante dos escândalos revelados em Roma após a renúncia de Bento 16.
Ainda bem que 11 meses após a punição, que o condenou, quase duas décadas atrás, a um "silêncio obsequioso", tirou-lhe a cátedra de teologia e o proibiu de escrever, Leonardo foi liberado pelo Varticano, e assim pudemos continuar lendo os seus livros e artigos, como o que escreveu nesta quarta-feira, recomendando aos cardeais reunidos no conclave que leiam os sinais dos tempos para fazer as reformas capazes de resgatar a credibilidade da Igreja.
Com a palavra, Leonardo Boff:
E Cristo chorou sobre os palácios do Vaticano
13/03/2013
Andando pelas comunidades eclesiais de base constituídas de ribeirinhos da Amazônia, nos limites com o Acre, lá onde viceja uma Igreja pobre e libertadora, ouvi de um líder comunitário, bom conhecedor da leitura popular da Bíblia, a seguinte visão que ele pretende ter sido verdadeira.
Estava um dia a caminho do centro comunitário, quando se viu transportado, não sabe se em sonho ou em espírito, aos jardins do Vaticano. Viu de repente um Papa, encurvado pela idade, todo de branco, cercado pelos seus principais cardeais conselheiros. Faziam o costumeiro passeio após o almoço, andando pelos jardins floridos do Vaticano.
De repente, o Papa vislumbrou, a uns poucos metros de distância, a figura do Mestre. Este sempre aparece disfarçado seja como jardineiro para Maria Madalena seja como andarilho para os jovens de Emaús. Mas o sucessor de Pedro, afastando-se do grupo de cardeais, com fino tato, identificou logo o Ressuscitado. Ajoelhou-se e quis proferir a profissão de fé que fez Pedro ser pedra, pois sobre esta fé se constrói sempre a Igreja :”Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”.
Nisso foi atalhado por Jesus. Olhando o palácio do Vaticano ao longe e o perfil dos prédios da Santa Sé, disse Jesus com voz entristecida: ”Não te bendigo, sucessor de Pedro, o pescador, porque tudo isso não foi inspirado por meu Pai que está nos céus mas pela carne e pelo sangue. Digo-te que não foi sobre estas pedras que edifiquei minha Igreja, porque temia que então as portas do inferno poderiam prevalecer contra ela”.
O Papa ficou perplexo e olhou o rosto do Senhor. Viu que caiam-lhe furtivamente duas lágrimas dos olhos. Lembrou-se de Pedro que o havia traído duas vezes e que, arrependido, chorara amargamente. Quis proferir algumas palavras, mas estas lhe morreram na garganta. Começou também ele, o Papa, a chorar. Nisso o Senhor desapareceu.
Os Cardeais ouviram as palavras do Mestre e se apressaram para amparar o Papa. Este logo lhes disse com grande severidade: ”Irmãos, o Senhor me abriu os olhos. Por isso, as coisas não podem ficar como estão. Temos que mudar e mudar em muitas coisas. Ajudem-me a realizar a vontade do Senhor”.
O Cardeal camerlengo, o mais ancião de todos, afirmou: ”Santidade, iremos, sim, fazer alguma coisa conforme a vontade do Mestre e segundo a tradição dos Apóstolos. Amanhã reuniremos todo o colégio cardinalício presente em Roma e, invocando o Espírito Santo, decidiremos como vamos proceder, consoante as palavras do Senhor”.
Todos se afastaram pesarosos, vindo-lhes à memória aquelas cenas do Novo Testamento que se referem a Jesus chorando sobre a cidade santa, que matava seus profetas e apedrejava os enviados de Deus e que se negava a reunir seus filhos e filhas como a galinha que recolhe os pintainhos debaixo de suas asas.
Um e outro entretanto, comentavam: ”irmãos, sejamos realistas e prudentes, pois nos toca viver neste mundo. Precisamos de edifícios para a Cúria e o Banco do Vaticano para recolher os óbulos dos fiéis e cobrir os nossos gastos. Podemos negar essas necessidades? Mas vejamos o que o Espírito nos inspirar”.
No dia seguinte, quando os cardeais se dirigiam à sala do consistório, graves e cabisbaixos, o secretário do Papa veio correndo e lhes comunicou quase aos gritos: ”O Papa morreu, o Papa morreu”.
Nove dias após, celebraram-se os funerais com toda a pompa e circunstância como manda a tradição. Vindos de todas as partes do mundo, os cardeais desfilavam com suas vestes vermelhas e luzidias, quais príncipes de tempos antigos. Depois sepultaram o Papa.
E ninguém mais se lembrou das palavras que o Mestre havia dito e que eles escutaram. E tudo continuou como antes nos palácios do Vaticano.
Post Scriptum: o Espírito Santo fala pelos sinais dos tempos. Um desses sinais são os escândalos ocorridos que exigem reformas para resgatar a credibilidade da Igreja. Será que os cardeais no Conclave saberão ler esse sinal e dizer como no primeiro Concílio em Jerusalém:”Pareceu bem a nós e ao Espírito Santo tomar tais e tais decisões”? Caso contrário, o Mestre continuará chorando sobre as pedras do Vaticano.
Leonardo Boff, teólogo e escritor
Extraido B. do Kotsch
sexta-feira, 8 de março de 2013
Estudantes de Apodi e mais cinco cidades do RN participarão de feira de ciências na USP
Estudantes e professores de escolas públicas, do semiárido potiguar, defenderão oito projetos científicos, durante a 11ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia - Febrace.
A feira será realizada na Escola Politécnica da USP, em São Paulo, no período de 12 a 14 de março.
No total serão 23 alunos de ensino médio, os quais contaram com a orientação de sete professores para que os projetos de pesquisa fossem desenvolvidos em nível de excelência científica.
Para participar da Febrace, seguirão estudantes de Apodi, Umarizal, Mossorói, Tibau, Paraú e Luis Gomes. Durante três dias, terão a oportunidade de apresentar os projetos em um dos eventos mais concorridos do gênero.
No espaço da Febrace, os estudantes potiguares falarão sobre:
O uso da raspa da casca do juazeiro no tratamento dentário;
A análise empírica da diminuição do nível de poluição da água com a técnica de eletrofloculação;
O uso de cera de abelha no revestimento de frutos;
O reaproveitamento de fumaça na hidroponia;
O lava jato sustentável;
Gravitação universal - Newton e o peso dos corpos;
Comparação do rendimento do biodiesel, a partir dos óleos residuais de frituras e a palma forrageira como matéria prima na fabricação de produtoscaseiros - uma alternativa de sustentabilidade para o semiárido.
Os finalistas foram selecionados entre 1.898 trabalhos submetidos diretamente pelos estudantes ou indicados pelos organizadores das 65 feiras afiliadasa
Dia internacional da Mulher,eis uma guerreira;Maria Quitéria
Maria Quitéria: mulher, brasileira, soldado e guerreira.
A proclamação da independência do Brasil ocorreu em 1822, mas os portugueses não aceitaram o processo de prontidão. Essa resistência gerou alguns conflitos os quais levaram Dom Pedro I a organizar um exército pró-independência para expulsar de vez os portugueses das terras brasileiras. D. Pedro enviou mensageiros às fazendas para recrutar voluntários e angariar fundos para essa missão. Numa dessas fazendas, Serra da Agulha, Bahia, vivia Maria Quitéria de Jesus, a primeira mulher a assentar praça em uma unidade militar brasileira.
Maria Quitéria nasceu entre os anos de 1792 e 1797 no arraial de São José de Itapororocas, Bahia. Filha de Gonçalo Alves de Almeida e Quitéria Maria de Jesus, Maria perdeu sua mãe aos 10 anos. Sua relação com a terceira esposa de seu pai não era amistosa, o que levou Maria a passar a maior parte de seu dia fora de casa. Sendo assim, ao invés de aprender atividades voltadas à mulher do século XIX (como costurar e bordar), aprendeu a montar cavalos e a manejar armas de fogo. Quando os mensageiros pró-independência chegaram à sua fazenda, a fim de receber patrocínio e recrutar combatentes, seu pai não colaborou. Mas Maria demonstrou interesse em fazer parte do exército. Seu pai, possesso, não concordou, mas ela, determinada, fugiu de casa e se alistou nas tropas. Para não gerar desconfiança, cortou o cabelo, pediu emprestado um uniforme e se apresentou ao Corpo de Caçadores com o pseudônimo de soldado Medeiros. Duas semanas depois, seu pai, que há tempos a procurava, descobriu seu paradeiro e a delatou ao major Silva e Castro, comandante de sua divisão. No entanto, Maria já havia feito fama entre os militares, em razão da sua bravura e habilidade, e o major não aceitou sua baixa.
O batalhão dos voluntários era conhecido como “Batalhão dos Periquitos”, em virtude da cor verde da gola e dos punhos do uniforme. Nesse batalhão, Maria se destacou nos combates de Conceição, Pituba, Itapuã e Barra do Paraguaçu, onde liderou um pelotão de mulheres, impedindo o desembarque de tropas portuguesas. O exército pró-independência conseguiu expulsar, de vez, os portugueses da Bahia em 2 de julho de 1823. Por conta de seus esforços, Maria foi homenageada por D. Pedro ao receber a medalha de “Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro”. D. Pedro, a pedido de Maria, pediu perdão ao pai da moça pela desobediência e Maria, perdoada, voltou pra casa.
Maria casou-se com Gabriel Pereira de Brito e tiveram uma filha, Luísa Maria da Conceição. No dia 21 de agosto de 1853, esquecida pela história, Maria faleceu. Cem anos depois, o Exército, na figura do Ministro da Guerra, rendeu-lhe uma homenagem: ordenou que todas as unidades militares passassem a ter um retrato de Maria Quitéria.
Por Demercino Júnior
Graduado em História
Por Demercino José Silva Júnior
segunda-feira, 4 de março de 2013
Zé Pinto Homenagem Póstuma
HOMENAGEM AO DR. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO

Nome: José da Silveira Pinto
Filiação: Lucas Pinto e Adalgisa Pinto da Silveira
Data de Nascimento: 30.04.1928
Naturalidade: Apodi/RN
Profissão: Médico
Dr. José da Silveira Pinto casou-se com Maria Zilah Holanda Pinto há 54 (cinquenta e quatro) anos, com quem teve três filhos (Magda Pinto Fernandes, Kátia Holanda Pinto e Flávio Holanda Pinto), sete netos e um bisneto.
Profissionalmente, concluiu o curso de Medicina na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 1954. Um ano antes, em 1953, ainda estudante de medicina, elegeu-se a Prefeito da cidade de Apodi/RN, cuja assunção do cargo deu-se em 1953 até 1958.
Dando continuidade ao seu múnus políticos, assumiu o cargo de Deputado Estadual por dois mandatos consecutivos (1963 a 1971), representando, na Assembleia Legislativa, os interesses de Apodi e parte da região do médio-oeste do Rio Grande do Norte.
No plano da Medicina, exerceu-a na Maternidade Claudina Pinto, por ele construída quando empossado Prefeito de Apodi/RN, lugar em que acolhia, gratuitamente, a todas as pessoas que manifestavam necessidade de atendimento médico.
Foi médico do IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool); do INAMPS (Instituto Nacional da Previdência Social); e da ETFRN (Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte).
Aposentou-se há 22 (vinte e dois) anos como médico do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. Como leitor tenaz, dedicou o seu tempo à leitura da sua gama de livros, em especial ao estudo da história da civilização mundial.
Em razão dos persistentes problemas cardíacos, enfrentou longos anos de dificuldades de saúde, o que lhe fez receber, integralmente, a fiel dedicação da sua esposa, Maria Zilah Holanda Pinto, que honrou, até o último suspiro, o seu sacrossanto viés de lealdade e afetuosidade.
Faleceu em Natal/RN aos 84 (oitenta e quatro) anos, no dia 26.01.2013, às 21h30min. O seu enterro aconteceu no Cemitério Morada da Paz em 27.01.2013.
Dr. José da Silveira Pinto, ou Dr. Zé Pinto como era popularmente mais conhecido pelas pessoas, precisamente pelos os mais velhos de sua geração. Dr. José da Silveira Pinto como Prefeito do município de Apodi e além dos distritos que pertenciam o município de Apodi na época, como Felipe Guerra, Itaú e Severiano Melo, os quais foram desmembrados de Apodi e se tornando municípios em 1963, por força de decreto Lei do governo de então Governador Aluízio Alves.
Na Gestão do então Prefeito Dr. José da Silveira Pinto, foi construída a Praça Getúlio Vargas, a Maternidade Claudina Pinto e o inicio da construção do Mercado Público. Além de outros benefícios de serventia a população do município de Apodi e distritos aqui já citados por pertencerem a Apodi.
Na época não existia arrecadação tributária nos molde de hoje, era poucos os recursos financeiros ao município de Apodi, para as necessidades da época.
Como médico o Dr. José da Silveira Pinto, dedicou a sua profissão atendendo no município e nos distritos já citados, como Felipe Guerra, Itaú e Severiano Melo. Atendia as pessoas não só em seu consultório mais nas residências das pessoas, tanto local e na zona rural em seu transporte o Jippe por ele dirigido. Consultava, fazia partos, pequenas cirurgias e dava mais os medicamentos sem cobrar nada das pessoas que o procuravam.
Na sua gestão conseguiu a instalação do posto de atendimento da L. B. A., localizado próximo a prefeitura de Apodi, hoje casa de cultura. No dito posto, com atendimento de caráter social, atendia as pessoas carentes que o procuravam por atendimentos, especialmente as mães gestantes e recém nascidos com vestuários, leite em pó e acompanhamento de uma assistente social, na pessoa de dona Albaniza Diogenes, já falecida.
Também no posto da LBA, atendia com fornecimento de documentos civis, Registros de nascimento e de casamento as pessoas necessitadas. Além de fornecimento de foto 3x4 para o título de Eleitor, o qual adotado pela justiça Eleitoral na época como identificação da pessoa.
Criou em 1951 a Associação Rural de Apodi, foi seu dirigente até se afastar para ser candidato ao cargo de prefeito, onde contribui para o setor agropecuário do município, por ser na época a região de produção de algodão, feijão, milho, arroz e grandes criadores de gado em nossa região. Depois essa associação foi denominada de Sindicato Rural de Apodi, tendo como dirigente o Sr. Leonildes Marcolino da Costa, o qual se afastou em 2009 por motivo de saúde, hoje o seu presidente é o Sr. Antonio Evandi de Souza.
Foi deputado estadual por duas vezes, durante as gestões dos governos de Aluízio Alves, Monsenhor Walfredo Gurgel e parte do governo de Cortez Pereira.(1963 a 1971).
Dr. José da Silveira Pinto, filho do ex-coronel Lucas Pinto a maior liderança política inconteste do município de Apodi e da região do Estado do Rio Grande do Norte por mais de 40 anos. O coronel Lucas Pinto o político que deixou o exemplo, que aprendeu com o ex-presidente Getúlio Vargas, politicamente astuto, era hábil, falava pouco, preferia ouvir mais as pessoas para depois tomar as decisões políticas, ou seja, tirava as meias dos pés sem tirar os sapatos dos pés. Sempre com humildade. Ele morreu em 06-02-1981.
Dr. Zé Pinto, além de sua capacidade de formação, teve a contribuição da força política, ou seja, o prestigio do seu pai, justamente do coronel Lucas Pinto que elegeu-se prefeito de Apodi e duas vezes deputado estadual a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.
Dr. José da Silveira Pinto, quando exerceu os mandatos de deputado da Assembleia, intercedeu junto ao então governador Aluízio Alves, Para a construção da escola estadual Ferreira Pinto e do Armazém do Cibrazem para Apodi. Sendo concluídas na gestão do governo do Monsenhor Walfredo Gurgel.
Também, lutou para a criação das escolas isoladas de ensino para a Zona Rural, a nível estadual e alem das indicações dos professores e funcionários de apoio para as ditas escolas. Isso em virtude, que na época não existia concurso público e sim por decreto de caráter efetivo assinado pelo governo.
Entre outras ações de interesses do município de Apodi, o deputado José da Silveira Pinto correspondeu com o seu povo.
Irmão do saudoso Dr. Newton Pinto, que também foi deputado estadual e desembargador de grande respeito pelo o seu desempenho no trato da justiça do nosso estado, já falecido em 18-03-2002.
Sobrinho dos tios e tias: Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto), assassinado em 02-05-1934. Que foi uma grande liderança política não só em nosso município, mas com repercussão em todos o estado do Rio Grande do Norte.
Outros seus tios, João Ferreira Pinto (conhecido por João Doudor), Antonio Feereira Pinto ( conhecido por seu tonho e funcionário da mesa de renda em Mossoró, Aristides Ferreira Pinto, comerciante, pecuarista e um dos grandes produtores de Algodão e criador de gado da chapada do Apodi, Também sobrinho de Raimunda Ferreira Pinto, Aristéia Ferreira Pinto, Ester Ferreira Pinto e Maria Olegaria Ferreira Pinto (conhecida por Maria Doudor), todos já falecidos.
Dr. Zé Pinto, sendo o cidadão respeitado não só pelos os cargos que exerceu na sua vida, mas acreditado pela sua conduta exemplar, honesto e compridor de seus deveres.
Portanto, da sua geração familiar como político é o último a deixar o nosso convívio e de seus familiares. Partiu, deixou o seu marco e sua história. Por ultimo, eu quero dizer a Dr. Zé Pinto, que desejamos a você bom descanso e Deus lhe acolha em paz. Fique com Deus ao lado dos que já partiram para a eternidade.
Do seu parente, amigo, correligionário e admirador.
Homenagem
Raimundo Marinho Pinto
(Esmiuçador de Biografias e de Fatos Históricos)
vi em Josenias Freitas
Poucas e boas ....Òsorio
Contrato Social - Osório Filho

Um contrato estabelecido...
As normais sociais prescritas...
Uma lei Social...
Um homem governante...
Um povo Representado...
Uma Parcela descontente? (nobreza)
Uma maioria satisfeita... (burguesia)
Uma maioria revoltada... (proletários)
Uma paz repentina...
Uma guerra vislumbrada...
Uma fome que chega...
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A dissolução do contrato...
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A língua afiada...
A burguesia no poder...
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